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UM ANO DEPOIS, NO FERRO, O OBJECTIVO É QUE A PRESSÃO ARTERIAL DESCA

06 OUT
-DOM
INGO

CVLTO Shovvs
- Ferro Bar

A 6 de Outubro de 2018 o site da CVLTO é lançado, no salto de um batimento cardíaco. Um ano depois, no FERRO BAR, o objectivo é que a pressão arterial desça. Em tom de ode ao verão que acaba, a CVLTO vai mostrar Fuzzil, Heavy Cross of Flowers e Sun Mammuth, acompanhados do DJ Set da Smoker DJ Set.

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FUZZIL


APRESENTAM: "BEFORE THE SUN GOES DOWN"

O amanhecer e o anoitecer num álbum, construído com um pôr-do-sol por intermédio. O que de magnífico há em "Before The Sun Goes Down" é que há um antes e um depois, há duas linguagens e duas histórias a serem contadas com a luz dourada do pôr-do-sol a pautar esta mudança: uma história da letargia matinal, quando a pestana pesa e a brancura do sol queima o olhar, e uma história de festa, deboche e poeira que se levanta depois do sol cair.

Fuzzil é rock. Ponto. Ora que é Beatles em esteróides, ora que é heavy blues com distorção, ora que é fuzz easy-listening. Fuzzil é fuzil - de cano longo, de assalto rápido, de precisão. As novas interpretações que fazem das suas músicas mais primordiais demonstram claramente a evolução mecânica e de ataque deste grupo - já não estamos a falar de uma velhinha AK-47. E a confirmação disso é a maturidade deste seu primeiro álbum, após o lançamento de dois EPs.

Não se deixando prender pelas amarras dos géneros, Fuzzil é também alquimia. Os quatro vieram de diferentes escolas e souberam importá-las para a sonoridade desta alquimia sónica. Leonardo Baptista (voz principal e guitarra) é elemento integrante de Stone Dead e Alexandre Ramos (voz e bateria) está também aos pratos de Mr. Gallini and the Eggz. "Before the Sun Goes Down" será lançado este Outono com o selo da Raging Planet, colocando Fuzzil a par e par de grandes nomes do rock português que já assinaram com esta editora, tão lendária neste pequeno grande nicho.

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Heavy Cross of Flowers


Ambíguo e conflituoso

Tal como o nome, ambíguo e conflituoso, os tentáculos de Heavy Cross of Flowers abrangem diferentes influências músicais, ora são stoner rock, stoner metal, doom e sludge. Oriundos de Paços de Ferreira, um quarteto composto por Beatriz Cruz (bateria), Telmo Cruz (guitarra e voz), Cafi Sousa (baixo e voz) e Mário Fonseca (guitarra) só sabem tocar riffs pegajosos (no melhor sentido) intercalados bruscamente com melodias calmas e limpas que se (des)organizam numa balbúrdia psicadélica que agrada a todos os ouvidos.

Apelidados pela Riff Relevant como “compositores estelares, execução electificante, aprimoramentos sonoros fascinantes e uma sonoridade francamente atractiva”, pela El Coyote como uma “sonoridade montanhosa, dinâmica, vulcânica e volumosa persegue-nos como que uma monolítica e desenfreada avalanche nutrida a ferocidade.” e pela More Fuzz como “um groove que abala o resto da salitre da cara, um baixo estrondoso que exorciza o fumo dos pulmões e um duo de guitarras poderosas, com o acabamento de uma voz forte e robusta”, os HCOF acabam de integrar o Volume 3 da Weedian, pela Blues Funeral Recordings, com o seu tema “Dead On Drugs”.

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Sun Mammuth


power trio clássico de stoner psicadélico

Com Nuno Henriques na guitarra, Cafi Sousa no baixo e David Sena na bateria, Sun Mammuth apresentam-se como um power trio clássico de stoner psicadélico instrumental. Trazem de Lousada riffs musculados e melodias impactantes, típicas da “desert rock scene”. Com um álbum editado em 2015, “Cosmo” começa com o renascimento do pré-histórico mamute, levando-nos por quase quarenta minutos de uma jornada de descoberta do próprio mamute até chegar ao cosmos espiritual.

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Smoker DJ Set


apaixonado por música suja de fumo

Diogo Barbosa, apaixonado por música suja de fumo, é a voz, ouvido e cérebro por trás do programa da grelha de inverno da Rádio Universidade de Coimbra, Smoker. Depois de uma paragem em Moledo, no after-hours do SonicBlast Moledo 2019, o DJ Set da Smoker passa no Ferro Bar para uma viagem aos mundos mais pesados da música do estúdio para a rua.

É uma questão de CVLTO.

Isto não é o princípio. E está muito longe do fim. CVLTO é arte, é morte da arte, é manifesto, é uma questão de CVLTO.


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